O que é que a baiana tem? Hein?!
Menina dos olhos d’água, cor de amor, que a sorrir pretendia levar a vida. E
seguindo a estrada do sol, encontramos Yolanda. Menina das duas tranças, que
nos anos dourados só dançava rock’n’roll...
Uma vez ouvi dizer que o Brasil
era o país dos ritmos. Diversidade não só étnica, mas cultural e, por sua vez,
musical. Brasil é o país do samba, do frevo, maracatu. É o país do baião, forró
e xaxado. É o país da Beatriz, da Cecília e da Sílvia. É o país da garota de
Ipanema, e de Madalena.
Com tanta música, tanta letra,
tanta história, fico pensando como alguém deixa passar essas poesias inventadas
e reinventadas. Como alguém não se perde nas águas de março? Ou na luz dos
olhos teus? Eu me perco. Eu permito me perder. Por inteiro.
Tão gostoso quando numa tarde em
Itapuã, fica impossível concordar com Cazuza. O tempo pode parar. E ele para...
Até que, falando de amor, uma bela morena resolve pegar o trem azul com destino
à cidade ideal. Ideal para aprender a linguagem do amor.
Ah! Os meus sonhos foram todos
vendidos. E eu ainda estou tentando descobrir um tempo de te amar. Acho que
esse tempo chega quando o mundo inteiro acordar e a gente dormir...
É como Tom dizia... “é impossível
ser feliz sozinho”.
E por que escolher ficar sozinho
quando há tantas mulheres para Chico te apresentar?
E seguindo esse ritmo, meio
boêmio, meio tropical, encantamos e balançamos um povo abençoado por Deus. E
enfeitamos os amantes do Brasil.
Tantos... Quantos... Amam, como
sua terra.
Verde, amarela e musical.
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